Foto de Gabriela Vidigal Ferreira (Araçatuba, Dezembro/2012)
A Estação das Cerejas (Aldina Duarte) / Eu hei-de ser das cerejas / Da vertigem dos cardumes / Do mistério dos pardais / Hei-de ser o que tu sejas / Aquilo a que te resumes / As orações naturais / Eu hei-de ser vento norte / Rir-me na cara da morte / A dança do colibri / Mas hei-de ser do meu peito / Desta dor com que me deito / Só porque me dói de ti / Eu hei-de ser das cerejas / Do luar na primavera / Labirinto do prazer / Hei-de ser o que desejas / Que por ti sabes que espera / Enquanto a lua quiser / Eu hei-de nascer do nada / Como a papoila encarnada / Que nada fez por nascer / Hei-de nascer tua amada / Sem uma razão nem nada / Mas só porque tem de ser.
Aconchego!! Carinho!! Cuidado!! Nada se compara ao sentimento de sentir-se amado, de sentir-se querido e especial!!
Preste atenção aos pequenos gestos, pois são eles que demonstram os verdadeiros sentimentos!! Talvez sejam apenas cerejas colhidas para um café da manhã de Natal, mas do meu ponto de vista são pequenas demonstrações de amor disfardas pelo doce e beleza dessa fruta!
